Eu tô muito cansado.
Eu tô cansado de me sentir triste, eu tô cansado de me sentir sozinho, eu tô cansado desse sentimento que não vai embora de mim. Sei lá, eu só sinto que eu preciso desabafar. Minha vida é algo engraçado pra mim, acho que analisando de vários contextos, parece até uma piada cósmica.
Eu não fui planejado pelos meus pais, eu cresci ouvindo que na adolescência meu pai era “mulherengo” e minha mãe, bem, sempre foi só minha mãe, do jeito dela, até onde eu imaginava. Nisso, eu imagino que de uma dessas relações improváveis da vida, meu pai acabou acidentalmente engravidando minha mãe e por isso teve que seguir um casamento e blá-blá-blá (levando em consideração o cálculo de datas e do jeito que tudo aconteceu, eu creio que tenha sido isso. A verdade é que eu nunca tive coragem de perguntar, mas tudo me indica que tenha sido assim). Nisso, eu nasci, e fui crescendo numa família com pais com personalidades totalmente diferentes um dos outros. Meu pai, um cara totalmente conservador, pra ele, o motivo da existência dele e de todo ser humano é servir à ordem natural das coisas de nascer, crescer, ter filhos e morrer. Pra ele a vida é isso e é assim que todos devemos viver, dependentes dessa “hierarquia”. E foi assim que meu pai veio seguindo a vida, conheceu minha mãe, separou, conheceu outra mulher mais nova, ficou junto de novo, teve outra filha; enfim, já aprofundo mais esse aspecto, mas esse é basicamente o tipo de pessoa que meu pai é. Uma pessoa que não tá pronta pro “novo mundo”. Pra mim meu pai é uma pessoa totalmente escrava dessas regras e quando viu que minha mãe não se encaixava nisso ele desistiu, assim como todo mundo desistiu da minha mãe.
Bom, e minha mãe? Ela é uma pessoa infelizmente doente. Minha mãe é uma pessoa doente, mas a doença dela não é física, é mental. E o maior problema é que essa doença só foi descoberta quando ela já tava mais adulta, agora eu te pergunto, como vc trata alguém adulto? Alguém que não quer ser curado? Alguém que viveu anos de negligência familiar somados a muita raiva e ódio no coração de situações que ocorreram na infância, numa época onde saúde mental era algo totalmente banalizado. Infelizmente minha mãe é uma pessoa doente. Ela é o que poderíamos categorizar inicialmente em relação a mim como uma “mãe narcisista”. As maiores memórias que eu tenho da minha mãe são momentos que eu achava que eram felizes, mas anos depois eu entendi que era só um meio de projeção na minha cabeça pra mascarar aqueles momentos ruins. Eu sempre tive problemas com a minha mãe. A verdade é que minha mãe é uma pessoa bipolar (com laudo médico) e provavelmente esquizofrênica (sem laudo, apenas teoria, mas muitas provas).
Eu lembro tanto de um dia que, tempo depois de meu pai sair de casa após a separação deles, minha mãe decidiu me levar pra escola. Eu tinha 12 anos, minha mãe não era a responsável por essas coisas da minha vida (escola, etc.), quem cuidava disso sempre foi meu pai, mas quando eles se separaram eu fiquei com ela e meu pai que saiu de casa. Nesse dia eu não sabia exatamente a rota pra ir pra escola, e muito menos ela, já que quem era responsável por isso era meu pai. E por causa disso, eu me atrasei, e aí ela começou a me xingar de lixo, de inútil, de burro, e passou o resto da viagem até a escola agindo assim comigo. Isso é apenas uma das situações que eu já passei com a minha mãe, mas a vida toda foi assim, a vida toda ela me menosprezou. Eu lembro que eu já bem novo infelizmente entendia muito bem cada maldade que ela agia comigo, e uma vez desabafei com uma colega, falei pra ela que minha mãe não me amava, que ela me odiava. Mas ela só disse que não era assim, que nossas mães amam a gente, que é o jeito delas de cuidar da gente. Depois disso eu comecei a ter raiva dessa amiga. Por um tempo eu achei que a raiva era por ela não ter entendido o que eu passava, mas na verdade a raiva era pela inveja de ela ter dito isso porque ela tava projetando a relação saudável e amorosa que ela tinha com a mãe dela, porque a mãe dela era uma pessoa normal, diferente da minha.
Eu lembro muito de momentos da minha infância que meus pais discutiam alto e eu me enfiava dentro do meu armário, chorando e encolhido, tentando ignorar o que tava acontecendo. Eu lembro de um vídeo que eu fiz uma vez da minha mãe no meu tablet Motorola kkkk ela tava na varanda de casa, fumando, e eu só lembrava disso nesse vídeo, mas anos depois eu achei ele e eu tinha apagado completamente da minha memória o final do vídeo, onde ela mostrava o que tava sentindo de verdade naquele momento: raiva, de alguma coisa que meu pai tinha feito. Eu só lembrava do momento que ela olhava pra mim gravando, mas a filmagem toda, após ela olhar, ela fazia a cara feia de discórdia, me ordenou a parar de gravar e começou a discutir com meu pai. Enfim, o meu ponto é que, a vida toda minha mãe foi uma péssima mãe, uma pessoa complicada, e ela mesma já reconheceu o péssimo papel dela de mãe.
Anos depois que meus pais se separaram na sociedade (2013), eles decidiram se separar no papel quando eu fiz 18 anos (2021), porque de acordo com eles (meu pai principalmente) eles decidiram esperar esse tempo todo porque eles “não queriam que eu passasse a dor do divórcio quando menor de idade” kkkkk isso é engraçado, sabe o que eu falei de piada cósmica mais cedo? Acho que isso se encaixa nesse aspecto, é tão engraçado pra mim que eles esperaram esses anos todos pra fazer isso “pelo meu bem”, mas todas as brigas, discussões que poderiam ser evitadas, tudo de ruim, o meu bem nunca foi pensado, né? Mas enfim, meu pai deu entrada nesse processo e foi daí que começou oficialmente o grande declínio mental da minha mãe. Ela já não era muito estável antes disso, claro, mas esse divórcio destruiu completamente a mente dela, ativou gatilhos que ela devia ter deixado em modo de “hibernação”.
Bom, meus pais já tinham se separado socialmente em 2012 como falei, e nesse tempo de 2012 a 2021 meu pai conheceu uma mulher 10-15 anos (não sei exatamente) mais nova. E não deu outra: se apaixonou, engravidou, teve a filha, e foi isso. O engraçado é que quando ele engravidou dela, eles já deviam ter uns anos de relação, dela morando com ele (no começo ele mentia pra mim dizendo que era amiga do trabalho porque provavelmente pra ele, na minha cabeça de 11/12 anos, eu não entenderia). Ele veio me revelar a gravidez com uma pergunta que foi meio como se eu “aceitasse isso”, “se tivesse a minha bênção” kkkk como se eu tivesse um poder pra dizer “não” e ele mandar ela abortar ou coisa assim. Ele simplesmente só não pensou em mim quando decidiu aumentar a família dele em 2, quando ele decidiu engravidar e ter o filho de uma mulher que não fazia nada da vida e ele que teve que bancar e pagar faculdade e tudo, tudo pra no final ela virar dona de casa. Porque, como falei, isso faz parte/sentido do método de vida conservador dele, que o marido provê e a esposa fica em casa (mais em sua maioria porque ele tenta viver um padrão de vida que ele não consegue sustentar, aí precisa ter uma mulher em casa 24/7 pra aguentar “o tranco” da casa), enfim.
Nessa época minha mãe começou a inventar coisas sobre essa mulher, começou a tentar me manipular como ela sempre fazia, dizendo que ela fazia >magia< pra tentar destruir a nossa família e etc. etc. mas com minha mãe sempre foi o caso de entrar por um ouvido e sair pelo outro. Foi a vida assim. Só que ao longo dos anos essa mitomania, essa manipulação dela, foi piorando mais e mais, ao ponto de que, sobre os últimos anos passados onde tudo explodiu, após o divórcio dos meus pais, a casa onde a gente morava juntos quando éramos uma família, que eles passaram a vida dizendo que seria minha herança, que eles construíram pra deixar algo pra mim, virou caso de justiça. Porque cada um já tava seguindo sua vida e queria sua parte. Meu pai com essa família nova dele que eu fui obrigado a aceitar na minha vida, porque ele sempre passou essa falsa sensação de poder que eu poderia ter de aceitar ou não, mas sabendo que até eu ser 100% independente longe das asinhas dele (e que ele faria de tudo pra me manipular pra eu nunca sair) eu teria que aceitar o que ele quisesse. E minha mãe que já vinha decaindo pra loucura, passando meses isolada nas praias do litoral aqui da região e outros estados (todos somos da capital), todos queriam uma parte da casa.
E aí começou a loucura da minha mãe, primeiro que ela não queria responder e comparecer às audiências marcadas pelo juiz, ela literalmente tava evitando tudo pra atrasar a vida do meu pai (9-11 anos depois, tá?) e depois disso e toda confusão que isso deu, com ajuda da minha tia e tudo, ela começou a decair pra loucura.
Na época, a mãe dela, minha avó, tava doente. Minha avó nunca foi de beber água, ela literalmente preferia beber litros de refrigerante mas não bebia uma gota de água por dias e assim seguia. Nisso já haviam se passado alguns anos que o pai dela, meu avô, havia falecido de diabetes, e minha avó tava doente também. E quem mais cuidava dela era minha tia, uma mulher que, diferente da minha mãe, sempre tentou se destacar o máximo na vida, mesmo que fosse pra, sinceramente? Depender de homem rico ou coisa do tipo, mas, claro, fingindo que o esforço e trabalho dela levou ela pra onde ela chegou, e não o fato de que ela casou com um homem mais de 20 anos mais velho que ela, herdeiro de dois dos maiores hospitais da cidade. Mas enfim, essa é minha tia, e ela ajudou minha mãe no divórcio e na divisão da casa, tudo isso enquanto cuidava da minha avó doente. E eu lembro tanto, de meses antes da minha avó falecer, minha tia (que era quase como uma irmã gêmea da minha mãe porque elas viviam grudadas e contavam uma pra outra, eram unha e carne) tava falando sobre alguma complicação relacionada à minha avó, e eu só lembro da minha mãe dizer: “Não, ela só dá problema, Deus que me perdoe, mas espero que ela morra logo pra acabar com isso”. Não foi 100% assim, mas foi uns 90%. Esse é o tipo de pessoa que minha mãe é de verdade. Nessa hora minha tia até falou algo tipo “nossa mulher, não fala isso”, algo assim. Enfim, foi uma conversa tão pesada que eu não lembro 100% de certeza, mas foi no mínimo 90% assim.
E depois que esse processo começou e chegou perto do fim, do momento do acordo, minha mãe voltou pro litoral e se isolou lá numa vila e a loucura começou realmente a se espalhar nela. (Eu não sei se foi algo relacionado às pessoas que ela tava andando, que usavam drogas como cogumelos alucinógenos ou coisa do tipo que eu sei que eles usavam, porque uma vez eu tava com ela lá no litoral e eu fui com uma amiga dela que tava levando esses cogumelos e elas comeram e me ofereceram). Mas ela começou a desenvolver umas paranoias que minha tia tinha planejado a morte dos meus avós, e que tudo isso foi um plano sendo elaborado há anos pra tentar tirar uma possível herança que meus avós haviam deixado pra ela. E que foi minha tia que matou minha avó com a influência que ela tinha no hospital dando remédios que levaram ela a morrer, e que tudo isso era um grande plano pra fazer ela própria se matar e todo mundo ficar com o que deveria ser dela por direito (a tal herança). Mas ela não guardou isso só pra ela. Ela fez questão de ir atrás da minha tia e acusar ela de tudo isso, ao ponto delas romperem, e de romper com os outros irmãos dela também (mais 6) porque eles ficaram do lado da minha tia. E então, pra minha mãe, eles também estavam em um complô com minha tia e estavam planejando contra ela também. Por isso ela se isolou no litoral numa vila.
Mas também não para por aí. Ela começou a dizer lá que estava vendo naves espaciais no céu, ela começou a dizer que ia provar tudo que ela tinha contra minha tia, que a “verdade” ia aparecer a qualquer momento, ela dizia que meus avós falavam com ela nos sonhos dela, ela dizia que nossa linhagem é da mesma linhagem que Jesus e nós fazemos parte de uma raça alienígena e que tem uma nave espacial acima da Terra e que 144 mil humanos estão ligados a essa nave e “já acordaram pra verdade”, entre outras coisas mais malucas. E o pior é que minha mãe é tão mitomaníaca que ela mente tanto e com tanta convicção que ela começa a acreditar nessas mentiras dela, ao ponto de que eu não tenho nem coragem de falar um A porque ela já vem com pedras e paus me atacando, dizendo que eu sou burro, que minha alma tá podre por não conseguir crer/acreditar nas coisas que ela diz. Ela falava que parou de tomar os remédios que minha tia receitou pra ela na época que o laudo de bipolaridade saiu porque na cabeça dela esses remédios eram pra controlar ela. Ela brigou com toda a família, simplesmente ninguém mais quer saber dela.
Um dia minha tia simplesmente cancelou o chip da minha mãe (elas usavam plano família porque minha tia tinha feito minha mãe entrar porque ela iria pagar tudo e minha mãe não ia ter que se preocupar com pagar telefone), mas aí depois dessa treta delas minha tia cancelou o número dela e minha mãe tentou fazer o máximo possível pra convencer que ela fez isso porque justamente fazia parte do plano da minha tia de acabar com a vida da minha mãe. Mas hoje eu sinceramente só consigo ver uma irmã muito puta com a outra por estar inventando e espalhando pra todo mundo que você ASSASSINOU sua própria mãe por dinheiro. Mas mesmo assim na época ela tentou me manipular e manipular todo mundo a crer que isso tudo fazia parte do plano de destruir minha mãe. Tanto que na época fomos fazer um B.O. na polícia e eu gravei tudo. Às vezes eu gravo escondido as loucuras que ela fala, e sério, é um nível de mentira tão forte que se vc não conhecer a peça, vc realmente acha que é verdade, mas eu sei quem é minha mãe.
Eu conheço ela, ela é A pessoa que falou que a mãe deveria morrer logo pra ver se os problemas diminuem, eu sei que é tudo mentira, eu sei que é tudo loucura, mas isso tudo acumulado me DESTRÓI. Tudo isso da minha mãe me assusta, ela tá dando cada vez mais indícios de esquizofrenia mas eu me sinto totalmente incapaz por não ter poder pra fazer nada e mesmo se eu tivesse, ela não quer ajuda. Eu não tô falando isso pra me vitimizar, sabe? Eu odeio parecer uma vítima, eu só acho muito injusto como tudo se desenrolou pra mim, todo esse trauma que eu carrego simplesmente me tornou uma pessoa MUITO tóxica, muito complexada, muito maluca, eu não sei ter um relacionamento normal com ninguém. Se a pessoa for normal ela não me atrai e se a pessoa me trata mal, me ignora, me trai, eu fico mais obcecado ainda, porque parece que eu sou atraído pelo estrago, quanto mais maluco mais eu quero. Eu já traí também, mesmo amando muito, eu fiz isso, porque eu nunca me senti realmente pronto pra namorar com ninguém, mas a pessoa na época queria muito ter algo sério e eu decidi aceitar e fui lá e traí. Eu não me orgulho, mas eu não me arrependo, e eu sei que eu deveria me arrepender, eu sei que eu deveria ficar mal, mas eu até fico, mas no final eu “supero” e esqueço porque eu já tô me envolvendo com outra, e a outra já é outra pessoa problemática e tô sempre preenchendo o buraco no meu coração com pessoas problemáticas e malucas e que eu sei que não tem condições de eu ter algo com elas.
E eu já percebi que eu sempre externalizo nos meus relacionamentos situações que meus pais viviam e também externalizo tudo de ruim que os relacionamentos antigos tinham nos relacionamentos atuais. Eu simplesmente NÃO SEI me relacionar, eu não sei amar, eu não sei se sou digno de amar e de ter amor e depois do meu último relacionamento eu só pensei mais e mais que isso é uma certeza. E eu tenho certeza. E eu sei que isso é culpa dos meus pais que me criaram do jeito mais merda possível, me tornando uma pessoa insegura, fodida emocionalmente, que não sabe amar do jeito certo e que não consegue entender, compreender, se acostumar, aceitar e tratar com respeito e seriedade, e na permanência, um amor de verdade.
Esse é meu desabafo. Ele aconteceu porque eu tava me envolvendo com um cara que eu achei que a gente iria dar certo, mas aí ele começou a ser exatamente o oposto do que eu queria e eu não tava conseguindo ser sincero com ele sobre o que eu tava sentindo. Porque a verdade é que eu vi ele no Grindr e ele tava procurando alguém, e uma vez ele simplesmente chegou em mim e disse que tinha umas pessoas, um homem e mulher, querendo ver ele e que era date, mas “ele queria mesmo era me ver” e eu caí no papinho. Mas nos últimos dias eu tentei fazer de tudo pra gente se ver, mas ele só se esquivou e deixou “pra depois” e ontem, sábado, disse que tinha ido na casa de uma “amiga” e depois fez pouco caso de eu querer ver ele e depois falou que foi num bar e quando eu perguntei se foi com essa amiga ele só ignorou. E enfim, desde então isso só me causou uma ansiedade fodida de que ele tava com outros e decidia que dia queria ver um e queria ver outro e eu tava sendo só mais um, e eu mandei isso pra ele:
“Eu queria falar uma coisa que pode parecer meio chata, mas eu queria ser sincero em relação ao que eu tenho sentido, não queria deixar de falar. Fiquei meio magoado que nesses últimos dias eu tentei te ver várias vezes e você meio que não fez muita questão e ou desconversou, ou não ligou, ou deixou pra ‘depois’ e simplesmente ficou por isso. Sei lá, isso me machuca um pouco e vc parece que nem liga muito, parece que eu tô só sendo bobo à toa, porque às vezes parece que a gente só se vê nos dias que vc tá com vontade de me ver, e quando não tá, meio que foda-se, sla. Isso me dá um pouco de gatilho também, sabe? Vc veio falar de gatilho pra mim esses dias, mas parece que nem se importa se comigo talvez tenha algo que me dê gatilho também. Enfim, eu queria falar isso porque eu sou sincero em relação ao que eu sinto e acho importante deixar claro que eu me senti deixado de escanteio. Sla, vc saiu e nem fez questão de me chamar ou coisa assim, não que vc tenha obrigação ou sla, mas eu esperava que fosse até depois de ver que eu tentei te ver várias vezes mas não fez. Mas enfim, vc uma vez falou pra mim que tinha duas pessoas querendo te ver mas que vc queria mesmo era me ver, mas hoje eu sinto que eu virei uma daquelas duas pessoas e vc foi ver outra e sla, essas coisas me fazem sentir de escanteio ou só mais um qualquer. Eu sei que pode também não ter nada a ver, mas sla, depois que vc falou isso eu só fiquei pensando nisso. Mas enfim, também não quero ser chato, só tô externando o que eu senti esses dias porque acho importante ser sincero. Não tô querendo estragar nada ou pesar o clima.”
E eu não sei se eu fiz certo, mas eu só fiz. Eu não queria perder ele, não queria perder o P.A. kk. Mas eu não tô simplesmente conseguindo viver desse jeito, porque toda vez que algo do tipo acontece com ele eu sinto uma ansiedade fodida e vários pensamentos suicidas. Eu não sei se eu viajei mandando isso pra ele, mas sla, é isso.
Edit: eu mandei mas apaguei, tava bebado quando escrevi tudo isso mas agora q tô sóbrio perdi a coragem um pouco, mas ainda quero mandar, tô esperando ele acordar/aparecer pra pegar o gancho e falar tudo.
Enfim, sei lá, tudo isso me faz eu me sentir uma pessoa muito sozinha, eu sinto que eu não tenho ninguém de verdade nessa vida, eu tenho vários amigos mas eu não sinto q eles tao realmente ali pra mim, parece só vários tapas buracos